Jack Vasconcelos

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

The Doors e a experiência mítica do Teatro com Eriberto Leão


 Aviso : Sou apenas uma atriz e uma pessoa apaixonada por arte, o relato que irá ler aqui tem total compromisso com minha realidade e nada mais. 

Das minhas caminhadas pelo cemitério de minha pequena cidade, onde eu escrevia poesias e ouvia incessantemente The Doors ....eu era estranha e ainda sou, as atitudes mudam mas a sede...a sede continua!
Quando me mudei dessa amada e pequena cidade para o Rio de Janeiro a poucos meses, me senti deslocada e obviamente desmotivada de alguma forma. Mas por destino ou pelo que acredito : providência, conheci o espetáculo JIM e quem me conhece sabe da minha história com o Rock n'roll, pois bem, fui ao espetáculo e a bela cidade se descortinou pra mim. Preciso de algo maior que a mediocre realidade sociológica pra sobreviver e havia encontrado inspiração pra isso...
Esse post nao tem nenhuma forma de propaganda, alguns trechos podem soar exagero, mas quem conhece o cantor Jim e suas loucuras intrépidas nesse campo de batalha que se chama vida, entende muito bem a força abrasadora de toda expressão com relação a essa peça em particular ( no Brasil ainda não vi e não li nada no teatro que representasse The Doors e a liberdade musical do Rockn' roll com tamanha força quanto o espetáculo JIM)
Mesmo quem não conhece o cantor e sua história, poderá facilmente se vislumbrar!







Sentada ali naquela cadeira, pensei tórridamente que ia me deparar com um simples espetáculo sobre música...mas tive um encontro com uma Jackeline a tempos esquecida e tenho certeza que todos que assistem a essa peça despertam o mesmo!....um novo querer e um desejo de continuidade se desenvolveu em mim e pude sentir novamente a força revigoradora da arte de sonhar.




O espetáculo é permeado de uma sensibilidade muito particular, e deveras nos sentimos perto do cantor Jim Morrison cuja história nos leva a uma profunda reflexão de nossas escolhas.
O ator Eriberto Leão, até então conhecido por mim das telas globais, surgiu como um algoz que me leva pela mão em direção infinita ...

Com uma interpretação perfeitamente digna de assombro e não apenas pela voracidade com que declama cada verso, mas pela autenticidade da interpretação dada ao personagem. Sim! Você se sente na presença do cantor Jim Morrison.
O ator está acompanhado da bela Renata Guida , com voz firme e leve caminhar. Podemos contar ainda com um presente muito particular na peça : uma banda. A força das canções entoadas pela belíssima voz de Eriberto, diga -se de passagem, encantadora voz...conta com bateria, guitarra e todo aparato que torna a peça um show a parte.

Foto Gente ig



A direção impecável de Paulo de Moraes faz uma viagem em espiral sobre o cantor e sua morte, uma obssessão surgida e um texto escrito com maestria por Walter Daguerre , este com certeza dotado de uma experiência de vida que ofusca o entendimento. Cada palavra nos penetra e saímos do espetáculo com uma expressão de busca e uma parte da alma dizendo : ei, eu estou aqui! Questões que esquecemos despertam e soluções apagadas se reinventam.



Eriberto Leão entra pro Hall dos atores que me inspiram e sem fazer spoiler do espetáculo deixarei datas, locais e todas as informações para quem está no Rio assistir , penso que a peça JIM poderá ir a outras cidades e seria uma benção, qualquer novidade divulgarei com muito prazer por aqui e nas outras redes sociais.

O espetáculo conta com uma fanpage :
https://www.facebook.com/JimMusical?fref=ts

Sigam o ator no twitter :
https://twitter.com/eribertoleao


Eriberto Leão que nasceu com Jim e a alma embotada de amor, a você querido amigo de estrada lhe digo : todo legado do ícone Jim Morrison e da banda The Doors declamam a ti : OBRIGADO! 



Informações :
Teatro do Leblon
Sala Tônia Carrero (200 lugares).
Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon, ☎ 2529-7700. Terças, quartas e quintas, 21h.
R$ 60,00 a R$ 80,00. Bilheteria: a partir das 15h (ter. a qui.).
site :
http://www.teatros.art.br/teatro-do-leblon-rj/


Informação adicional do espetáculo:

Texto : Walter Daguerre
Direção : Paulo de Moraes
Elenco : Eriberto Leão e Renata Guida
Músicos : José Luiz Zambianchi (teclado) / Felipe Barão (guitarra)/ Rorato(bateria)
Direção musical : Ricco Vianna
Cenografia : Paulo de Moraes
Figurinos : Rita Murtinho
Iluminação: Maneco
Engenharia e operação de som : Branco
Operador de luz : Jarbas Alves
Diretor de cena : Daniel Benevides
Assistente de direção: José Luiz Júnior
Assistente de iluminação: Russinho
Assistente de figurino : Luiza Moura
Programação visual: Walter Daguerre
Fotografia : Marcelo Faustini
Midias sociais:Matanay
Produção executiva: Carolina Consani e Roberta Marinho
Produção e acessoria de imprensa : Barata comunicação




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Atriz por amor e profissão. Devido a um sonho antigo, decidiu escrever seu primeiro livro chamado Nephesh de cada dia e se aventura a ser escritora. Modelo e pintora nas horas vagas. Viciada em Arte, família, Jesus, animais, livros, games e guitarras.

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